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	<description>Portal sobre Alergia Infantil</description>
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		<title>Prurigo Estrófulo</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Oct 2013 19:59:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin-wp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é? O prurigo estrófulo é um quadro comum na infân [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>O que é?</strong></p>
<p>O prurigo estrófulo é um quadro comum na infância que surge em decorrência de uma reação de hipersensibilidade à picada de insetos, como mosquitos e pulgas.<br />
É freqüente o seu aparecimento após freqüentar locais onde existam muitos mosquitos ou após o contato com animais como cães e gatos infectados por pulgas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Sintomas</strong></p>
<p>A doença tem como característica o surgimento na pele de pápulas (pequenas lesões elevadas) avermelhadas e vesículas (pequenas bolhas) principalmente nas áreas expostas a picadas de insetos, como as pernas e os braços, mas que podem se disseminar também pelo tronco, sempre acompanhadas de coceira intensa.</p>
<p>As lesões permanecem por vários dias e é comum o aparecimento de novas lesões mesmo sem a ocorrência de novas picadas. Devido ao ato de se coçar, as vesículas se rompem deixando áreas erosadas (feridas) e/ou recobertas por crostas amareladas ou de sangue coagulado. Pode ocorrer infecção bacteriana secundária à coçadura, com surgimento de secreção com pus nas lesões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Tratamento</strong></p>
<p>O tratamento do prurigo estrófulo consiste no uso de medicamentos para controlar a coceira (antihistamínicos) e a reação inflamatória desencadeada pela hipersensibilidade (corticosteróides). As doses e duração do tratamento devem ser definidas pelo médico dermatologista, de acordo com cada caso. Se houver infecção bacteriana secundária, esta também deve ser tratada com antibióticos de uso local ou por via oral.<br />
É importante evitar novas picadas de insetos, através do uso de repelentes, mosquiteiros e inseticidas. Os animais domésticos devem ser tratados e observados continuamente para evitar a infestação por pulgas.<br />
Também pode ser tentada uma dessensibilização do paciente com o uso de vacinas dos insetos mais comumente envolvidos na causa do prurigo estrófulo.</p>
<p style="text-align: center;">
<p style="text-align: center;">Por: Conteúdo Saúde</p>
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		<title>Intolerância à lactose ou Alergia a proteína do leite de vaca?</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Oct 2013 19:23:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin-wp</dc:creator>
				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Vocês com certeza já ouviram falar sobre a intolerância [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Vocês com certeza já ouviram falar sobre a intolerância à lactose, e provavelmente conhece alguém que tenha. Mas você já ouviu falar de alergia à proteína do leite de vaca? Descubra a diferença, e os cuidados necessários na hora da alimentação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>INTOLERÂNCIA À LACTOSE</strong></p>
<p>A intolerância à lactose é a incapacidade do organismo digerir essa substância conhecida como o “açúcar do leite”,  com isso ocorre uma reação exacerbada do organismo quando entra em contato com a lactose.</p>
<p>Essa incapacidade de digerir a lactose se deve a ausência total ou parcial de uma enzima especializada nessa ação, a <em>lactase, </em>encontrada na parede do intestino delgado.</p>
<p>A ausência da lactase pode ter vários motivos, podendo ser desde um defeito na produção da enzima ou até uma deficiência do tipo adulto.  Estima-se que 70% da população mundial tenham um certo grau de deficiência da lactase, sendo que a concentração dessa enzima diminui muito a partir dos 5 anos de idade. Entretanto, nem todos são intolerantes à lactose, já que esse agravo depende também de fatores genéticos e nutricionais.</p>
<p>A intolerância à lactose  pode ainda ser secundária, ou seja, decorrente de algum problema na parede intestinal, como por exemplo, a diarréia infecciosa ou o uso prolongado de antibióticos e até mesmo a desnutrição. Vale ressaltar que a lactase é a primeira enzima da borda intestinal a ser afetada quando há algum dano.</p>
<p>Quando a lactose não é digerida no intestino delgado, ela chega intacta ao intestino grosso, onde é fermentada pelas bactérias presentes ali. Essa fermentação produz ácidos orgânicos e gases, que em grande parte são absorvidos. Porém, a parte não absorvida conduz ao surgimento dos sintomas.</p>
<p>Os sintomas mais comuns são desconforto abdominal,  e a  flatulência. A diarréia também é uma manifestação típica, entretanto só ocorre quando há uma grande quantidade de lactose no intestino.Com isso as bactérias não são capazes de fermentá-las totalmente, e assim, essa lactose integra atrai água até o intestino grosso. O grande volume de água faz com que o intestino aumente a intensidade de seus movimentos, causando a diarréia aquosa.</p>
<p>O diagnóstico é feito através de exames laboratoriais, mas é importante prestar atenção ao histórico alimentar e ao surgimento de sintomas. A demora no diagnóstico e consecutivamente no tratamento pode trazer consequências graves, principalmente nos recém-nascidos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>ALERGIA A PROTÉINA DO LEITE DE VACA (APLV)</strong></p>
<p>A APLV é caracterizada pela reação do sistema imunológico quando o organismo entra em contato com a proteína do leite de vaca. Essa alergia ocorre principalmente nos três primeiros anos de vida, desaparecendo por volta dos quatro anos, e sendo ainda mais raro em adolescentes.</p>
<p>A maior causa que pode ser apontada é a inclusão muito precoce do leite de vaca e fórmulas infantis na alimentação da criança, em detrimento do leite materno. A imaturidade do aparelho disgestório e do sistema imune, comum nessa faixa etária, são fatores importantes para o desenvolvimento da APLV.</p>
<p>Entretanto, mesmo através do leite materno o recém-nascido pode entrar em contato com a proteína do leite de vaca. Portanto é extremamente importante as mães prestarem atenção na sua alimentação e no surgimento de sintomas no bebê. Os sintomas são vômitos, dor abdominal, diarréia, flatulência, presença de sangue nas fezes e dermatites (vermelhidão na pele, aparência de “pele grossa”), podendo desencadear outros processos alérgicos como asma e eczemas.</p>
<p>O surgimento desta doença se dá não só pela presença da proteína do leite de vaca, mas também pela permeabilidade da parede intestinal além do fator genético.</p>
<p>O diagnóstico deve ser criterioso, incluindo além de exames laboratoriais a retirada de todo e qualquer alimento que tenha a proteína do leite de vaca por um curto período, seguida pela reintrodução dos alimentos para observação de sintomas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>TRATAMENTO</strong></p>
<p>O tratamento de ambas as doenças requer a retirada do leite de vaca, o que afeta diretamente o aporte de cálcio e prejudica a quantidade de proteínas da alimentação. É importante ressaltar que a retirada desses alimentos sem que haja uma substituição adequada, pode acarretar em consequências graves, principalmente para crianças e recém-nascidos.</p>
<p>O tratamento diverge um pouco quando a questão são os derivados e produtos que contém na sua formulação o soro de leite, por exemplo. No caso da intolerância à lactose, alguns derivados são bem aceitos, como os iogurtes por exemplo. Algumas medidas, como acrescentar achocolatado ao leite, <em>pode</em>amenizar os sintomas, além da opção de substituir por produtos que tenham um teor reduzido de lactose. Medidas como a prescrição de cápsulas de lactase, podem fazer parte do tratamento, de acordo com a conduta de cada profissional.</p>
<p>Na APLV deve ser excluída TODOS os derivados e produtos como achocolatado, biscoitos doces, e todos os produtos que apresentem soro de leite, leite em pó e demais ingredientes oriundos do leite, inclusive da alimentação da mãe, no caso de amamentação. Portanto, é imprescindível que se leia os rótulos do alimentos, antes da compra.</p>
<p>Vale lembrar que em alguns casos ambos os agravos podem ser temporários, e que as informações contidas aqui têm caráter educativo, sendo que um médico e um nutricionista devem ser procurados para uma avaliação individual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Por: Paulo Henrique Rodrigues / A Nutricionista.com</p>
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		<title>Crianças e alergias respiratórias: como tratar</title>
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		<pubDate>Tue, 08 Oct 2013 18:47:14 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Últimas Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Quem tem filho com alergia, já sabe: é no outono e no i [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem tem filho com alergia, já sabe: é no outono e no inverno que as crianças mais sofrem com problemas respiratórios, sendo que a asma e a rinite são os mais comuns. As mudanças bruscas de temperatura e a maior incidência de gripes e resfriados são fatores que tornam os alérgicos mais suscetíveis a crises. &#8216;Nessas épocas do ano, por conta dos dias frios, as crianças que freqüentam escolas e creches ficam mais fechadas nas salas de aula e não vão para o sol. Isso facilita a transmissão de infecções virais. Para quem é alérgico, só o fato de entrar em contato com o vírus, pode resultar em uma crise, mesmo que não fique gripado&#8217;, afirma Patrícia Furlan, pediatra e pneumologista infantil do Hospital São Camilo. Segundo ela, vacinar as crianças contra a gripe antes de o inverno chegar é uma boa saída para evitar as crises inesperadas.</p>
<p>De acordo com uma estatística mundial feita pelo ISAAC (International Study of Asthma and Allergies in childhood), o número de crianças alérgicas cresceu nos últimos dez anos. &#8216;O aumento da poluição nas grandes cidades, o início na escola mais cedo das crianças e até o consumo de produtos com agrotóxicos são alguns dos motivos para esse crescimento&#8217;, diz Patrícia.</p>
<p>Mas os fatores ambientais não são os grandes vilões da história. A genética, sim, é a principal responsável pela doença: se os pais forem alérgicos, há mais de 50% de chance de o filho também desenvolver algum tipo. &#8216;A alergia respiratória é a sensibilidade que o organismo tem a uma determinada substância, que pode ser inofensiva para outra pessoa&#8217;, diz Yara Fiks, pneumologista do Hospital São Luiz. Enquanto para alguns ter um animal de estimação não é problema, para outros é preciso ficar longe deles.</p>
<p>Se você tem um histórico de alergia na família e fica se perguntando se o filho que ainda não manifestou sintomas poderá desenvolvê-la no futuro, a resposta é sim. &#8216;A criança já nasce com a alergia, mas a primeira crise pode acontecer só aos 8 anos, por exemplo&#8217;, afirma Patrícia. Muitas vezes o desencadear da doença é mais demorado porque os ambientes que a criança freqüentava não tinham fatores estimulantes.</p>
<p>As alergias não têm cura, portanto tratar a doença de maneira correta é a melhor forma de enfrentar o problema. Quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de a criança não precisar de medicamentos quando adulta. E vale investigar outros tipos de alergias respiratórias quando uma se apresenta. Segundo a pneumologista Yara, geralmente asmáticos têm rinite e 40% de crianças com rinite apresentam episódios de asma. &#8216;Trate a alergia e viva feliz&#8217;, diz.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Por: Ana Paula Pontes / Revista Crescer</p>
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